Adeus, Prates

Os reaças adoravam. Quase tinham orgasmos ao ouvirem Luiz Carlos Prates defendendo a ditadura, assim como quando ele dizia que a culpa dos acidentes nas estradas era dos “pobres que agora têm carro” (e não do modelo rodoviarista que o Brasil adota desde o governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira).

Pois agora devem estar em desespero: Prates deixou a RBS. Dizem que foi por acordo com a empresa. Será mesmo? Ou não houve outra saída, diante da enxurrada de críticas dos “miseráveis”?