Regras de botão

Graças à postagem anterior, estou descobrindo mais botonistas, como o André (Cataclisma 14) e o Hélio Paz (Apito do Blackão e Palanque do Blackão). São possibilidades de amistosos, ou mesmo de campeonatos.

Mas, para que tais eventos grandiosos aconteçam, é necessária uma unificação das regras. Não adianta eu jogar pela minha regra, e o adversário com outra. Daí, se faz necessária uma pequena explicação do que vale nas partidas que disputo:

– O jogador tem direito a um toque por vez, mas se acertar um passe, segue jogando. Caso não acerte, o adversário joga;
– Mão na bola é pênalti*;
– O goleiro joga deitado;
– Bola na pequena área é do goleiro. A reposição se dá da seguinte forma: o goleiro não pode conduzir a bola, pode dar-lhe três toques, desde que a bola não ultrapasse a linha da grande área antes;
– Botão na área adversária encontra-se em impedimento;
– A saída de jogo pode ser repetida duas vezes, se o jogador desejar;
– Na cobrança de escanteio, um botão poderá ficar na área adversária para “cabecear” a bola, e depois ser reposto em sua posição original. Caso seja mantido na área adversária, passa a estar impedido;
– Duração da partida: 30 minutos (15+15). Em caso de empate em jogos eliminatórios, é realizada prorrogação de 10 minutos (5+5).

    É possível que eu tenha esquecido algum item importante da regra. Se lembrar de algo, posto nos comentários.

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    * No Torneio Farroupilha de 2005, um pênalti desse tipo foi inventado (juiz ladrão!) contra mim, no jogo contra o Marcel – meu grande amigo desde 1999. Esperneei, ameacei abandonar a partida, tentei de tudo que é forma impedir a cobrança do pênalti. Mas não teve jeito: a cobrança aconteceu e… O meu goleiro defendeu! Mas não, isto não foi uma prévia da Batalha dos Aflitos: mesmo com a defesa, acabei perdendo por 1 a 0.