(Des)governo Yeda se supera a cada dia

Primeiro, retomemos (de novo!) o que escrevi em 12 de dezembro:

E isso que desconsiderei as charges que poderão ser feitas até 31 de dezembro, pois como nos restam vinte dias de Yeda no Piratini, nesse tempo ainda pode acontecer algo digno de ser satirizado.

Desde então, vimos o road movie, o momento Forrest Gump, e agora… A inauguração de um tronco petrificado. Obra de 200 milhões de anos atrás. Dos tempos do em que o Rio Grande do Sul estava sob o domínio do Pantalhosaurus Rex.

As duas primeiras bizarrices que citei, eu achava serem as últimas do (des)governo. Já esta, tenho certeza de que não será a última. Até sábado, pode acontecer tudo. E é tudo MESMO!

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O último tango de Busatto

Agora é oficial: o dançarino nervosinho deixa a Casa Civil.

Mas não cometamos injustiças. A culpa da atual situação no Estado não é do Busatto, nem do Feijó. Muito menos da Yeda. Com a palavra, a própria (des)governadora:

Censura e patetices da mídia

O Diego escreveu no Blog do Rodrigues sobre o caso do documentário “Manda Bala”. O diretor Jason Kohn, de apenas 24 anos, nasceu nos Estados Unidos mas é filho de pai brasileiro. O filme retrata o Brasil como um país caótico, e citando diversos casos de corrupção – como o “escândalo das rãs” de Jader Barbalho. A película está impedida de ser exibida no país, por conta de ameaças de processos por parte dos envolvidos.

Como o Diego disse, poderemos até questionar o conteúdo de “Manda Bala”, mas em hipótese alguma devemos aceitar que ele seja proibido no país só porque desagrada a algumas pessoas – talvez por mostrar algumas verdades que elas gostariam de esconder. Aliás, se o filme fosse tão “mentiroso” assim, não haveria motivos para temores: como diz aquele velho ditado, “quem não deve, não teme”.

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Ontem à tarde, chegou a ser patética a postura do Lasier Martins no programa dele na Rádio Gaúcha.

Como acredito que todos saibam (pelo menos no Rio Grande do Sul), Ariosto Culau, ex-Secretário de Planejamento do Estado, foi demitido após ter sido flagrado tomando um chope com Lair Ferst, um dos principais envolvidos no escândalo do DETRAN-RS. A “rainha das pantalhas” Yeda Crusius não queria demiti-lo, mas a pressão da base aliada sobre a (des)governadora levou à saída do secretário.

Pois bem: Lasier Martins “pôs a Rádio Gaúcha à disposição de Culau para ele prestar esclarecimentos à sociedade gaúcha”. Foi incrível a babação de ovo: para Lasier, obviamente Culau seria inocente e precisava falar e provar que nada tinha a ver com o escândalo do DETRAN-RS.

Mas em 2001, durante a CPI da “Segurança Pública” – que foi na verdade um palanque da oposição contra o governo Olívio, com toda a cobertura (favorável) da mídia -, até prova em contrário, todos os envolvidos eram considerados culpados por Lasier & Cia…

Diante disso, não custa nada lembrar mais uma vez daquele dia: