Apoie o Jornalismo B Impresso

Desde outubro de 2007 desconstruindo o discurso elitista e reacionário da imprensa hegemônica, o blog Jornalismo B é um importante espaço na luta por uma mídia verdadeiramente democrática e comprometida antes de tudo com a liberdade de imprensa, não de empresa.

Em maio de 2010 o Jornalismo B deu um importante passo, com o início da circulação de sua versão impressa. De periodicidade quinzenal, o Jornalismo B Impresso vai além da desconstrução do discurso da mídia corporativa: mais do que opinião, apresenta também informação sob uma ótica diferente daquela que vemos na velha imprensa. E mesmo o que ela não costuma mostrar, por conta de seus intere$$e$.

Para que um jornal de esquerda como o Jornalismo B Impresso se mantenha, não basta que ele seja lido e que as informações apresentadas sejam difundidas. Há a necessidade de recursos financeiros para que ele possa continuar circulando. As assinaturas ajudam, mas não são suficiente para que o jornal “se pague”; assim, ele é feito apenas “no peito e na raça”.

Para mudar esta situação, o editor do Jornalismo B, Alexandre Haubrich, elaborou um projeto para financiar o jornal em 2012 e o apresentou ao Catarse (página que busca financiamento para projetos culturais). O objetivo é arrecadar R$ 13.500 até o dia 31 de março: o dinheiro servirá para cobrir os custos de impressão do jornal, pagar o trabalho de diagramação (feito voluntariamente por este que vos escreve, desde a primeira edição, motivado pelo desejo de uma mídia realmente democrática) e contratar um estagiário que construa pontes entre o Jornalismo B Impresso e os movimentos sociais.

Clique aqui, assista ao vídeo e colabore: seja doando o que puder, ou apenas divulgando o máximo possível.

Assine o Jornalismo B Impresso

Ontem, o blog Jornalismo B completou quatro anos de existência. Desde 1º de outubro de 2007 desconstruindo o discurso elitista e reacionário da imprensa hegemônica, é um importante espaço na luta por uma mídia verdadeiramente democrática e comprometida antes de tudo com a liberdade de imprensa, não de empresa.

Em maio de 2010 o Jornalismo B deu um importante passo, com o início da circulação de sua versão impressa. De periodicidade quinzenal, o Jornalismo B Impresso vai além da desconstrução do discurso da mídia corporativa: mais do que opinião, apresenta também informação sob uma ótica diferente daquela que vemos na velha imprensa. E mesmo o que ela não costuma mostrar, por conta de seus intere$$e$.

Para que um jornal de esquerda como o Jornalismo B Impresso se mantenha, não basta que ele seja lido e que as informações apresentadas sejam difundidas. Há a necessidade de recursos financeiros para que ele possa continuar circulando. E uma das maneiras de se colaborar para isso é assinando o jornal – ainda mais se sentimos falta de uma publicação que não seja apenas “mais do mesmo”.

E em outubro, assinar o Jornalismo B Impresso será melhor ainda: como promoção pelo aniversário do blog, quem fizer sua assinatura (ou renová-la) até o dia 31 concorrerá ao livro “João do Rio: um dândi na Cafelândia”.

Estadão “abre o voto”

É uma pratica infelizmente muito rara na “grande mídia” brasileira: um jornal defender, em editorial, o voto em um determinado candidato.

Pois é exatamente o que faz o jornal O Estado de São Paulo, em seu editorial de amanhã (domingo). Enquanto outros jornais insistem em (tentar) enganar seu leitor com a balela da “imparcialidade”, o Estadão deixou bem claro: apoia José Serra para presidente na eleição do próximo dia 3.

Acho que o jornal poderia já ter declarado seu apoio a Serra com um pouco mais de antecedência, é verdade. A revista Carta Capital, por exemplo, “abriu o voto” para Dilma Rousseff logo no início da campanha. Não acredito que o Estadão estivesse “indeciso”, ainda mais que nunca escondeu que é um jornal conservador, de direita.

Mas ainda assim, sua postura merece aplausos, mesmo que eu discorde totalmente das ideias que ele defende. Trata-se de uma atitude que deveria ser seguida por outros veículos da “mídia impressa”, que insistem em não assumirem sua posição, mesmo que seja óbvio qual candidato apoiam.