Volta, Olímpico?

Fui à Arena na noite desta quinta, no primeiro jogo com temporal no novo estádio. E também a primeira derrota gremista.

Ironicamente, Grêmio x Huachipato foi o jogo menos difícil no quesito “deslocamento”. Fui direto do trabalho para o estádio, e como acabou cedo, voltei de trem tranquilamente. (Foi para isso que o jogo me serviu: me deixou ainda mais convicto de que o trem é o melhor meio de transporte urbano, já que ele não precisa parar em semáforos e nem pega congestionamento, chegando bem mais rápido ao destino.)

E no fim, pode ser que os jogos voltem a acontecer no Olímpico, e não só pelo Gauchão. O gramado voltou a receber críticas: pode parecer desculpa de perdedor, mas a grama da Arena está horrível.

Aliás, até agora não houve nenhum jogo do Grêmio sem problemas na Arena (além do gramado). Na inauguração foram os banheiros e os bares (a briga não foi culpa do estádio); contra a LDU tivemos a queda da grade na Geral na hora do gol; e agora, além da derrota, a falta de luz em partes da Arena no intervalo: se por um lado não demorou muito tempo para os refletores se reacenderem, por outro tal problema não deveria acontecer num estádio novo.

Suprema ironia: a série de textos em homenagem ao Olímpico publicada no Impedimento ao longo do ano passado se chama #VoltaOlimpico – e do jeito que vão as coisas na Arena, não parece mera licença poética… O problema é que os sócios gremistas estão pagando caro por algo que quase não estão usando.