Finalmente, o fim

Chegou ao fim na manhã de sábado o (des)governo Yeda Crusius. Quadriênio que já tinha começado muito bem: após receber o cargo de Germano Rigotto, Yeda foi à sacada do Palácio Piratini e pendurou a bandeira do Rio Grande do Sul de cabeça para baixo. Profética imagem…

Posse de Yeda Crusius, 1° de janeiro de 2007

Mas antes mesmo de assumir, Yeda já sofrera sua primeira derrota. Em 29 de dezembro de 2006, um pacote que previa aumento de impostos e era apoiado por ela, foi derrotado na Assembleia Legislativa. Foi quando vi algumas cenas bizarras, como deputados do PT e do PFL (ainda não era DEM) comemorando juntos – o vice Paulo Afonso Feijó, que já estava afastado de Yeda desde a campanha eleitoral (pois ela não queria que ele defendesse abertamente as privatizações), se distanciou ainda mais do (des)governo que nem começara.

Àquela altura, Yeda já motivava muitas charges*. E elas já começavam a ir muito além de sua inabilidade política, chegando até mesmo a seu legítimo “pé-gelado”: em 6 de abril de 2008, o Grêmio precisava empatar com o Juventude no Olímpico para ir à semifinal do Gauchão. Yeda foi ao estádio, e o Ju venceu por 3 a 2, após uma inexplicável escalação de Celso Roth… Opa, inexplicável uma ova!

Yeda não foi “pé-frio” apenas no futebol. Em fevereiro de 2009, visitou a Paraíba, governada por seu colega de partido Cássio Cunha Lima; dias depois, o tucano teve seu mandato cassado. Em maio do mesmo ano, ao inaugurar uma estrada, o palco cedeu.

Três semanas atrás, previ que Yeda faria por merecer mais sátiras em seus últimos dias no Piratini. Dito e feito. Vimos o “videoclipe”, o momento Forrest Gump, a inauguração de um tronco petrificado… E no fim, uma aulinha de história do Palácio Piratini: em seu discurso de despedida, Yeda falou que o primeiro morador do prédio foi Bento Gonçalves, em 1921. A ex-(des)governadora está certa quanto ao ano de inauguração do Palácio, mas é preciso avisá-la de que Bento Gonçalves faleceu em 1847.

Após o discurso, a “Joana D’Arc dos Pampas” (usando as palavras do genial Professor Hariovaldo) deixou o Piratini pela porta dos fundos.

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* Um aviso aos leitores: não desisti da ideia de fazer uma “retrospectiva chargística” destes quatro bizarros anos – é que originalmente eu pensava em publicá-la hoje, mas são tantas charges, que é impossível publicar tudo de uma vez, e sem passar pelo menos alguns meses selecionando as melhores. Como não sei se eu sobreviveria a tanta risada – assim como os infelizes que foram vitimados pela piada mais engraçada do mundo – acho que talvez seja uma boa dividir os trabalhos…

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572 dias

O título corresponde ao intervalo de tempo decorrido entre 13 de setembro de 2008 e 8 de abril de 2010. Por todo esse período, o Grêmio não soube o que era derrota jogando no Estádio Olímpico.

Há três fatos curiosos a serem destacados. A primeira, é que Alex Dias jogava naquele time do Goiás que bateu o Grêmio em 13 de setembro de 2008. E agora, é jogador do Pelotas.

A segunda é o placar. Em ambos os jogos, o Grêmio perdeu por 2 a 1, de virada.

A terceira, é o fato de eu não ter ido aos dois jogos. No mesmo horário da partida contra o Goiás em 2008 eu tinha a festa de aniversário da minha afilhada para ir. Já neste Grêmio x Pelotas, decidi não ir por raiva de terem marcado o jogo para as 21h50min (“horário de boate” para jogo de Gauchão, PQP).

Ao menos a minha invencibilidade continua. A última vez que deixei o Olímpico com derrota do Grêmio foi há pouco mais de dois anos: no dia 6 de abril de 2008, estive naquele jogo em que o Tricolor perdeu por 3 a 2 para o Juventude e foi eliminado do Gauchão.

Já sei de quem é a culpa da derrota então. Esqueçam o técnico ou o juiz, a culpa é minha! Podem me xingar nos comentários…

Cão no Olímpico em 2008

Ano passado, publiquei as “estatísticas” de minhas idas ao Estádio Olímpico Monumental para ver o Grêmio jogar. Aquela vez, eu já havia ido a 147 jogos, com 84 vitórias, 36 empates e 27 derrotas. Haviam sido marcados 401 gols: 263 do Grêmio e 138 dos adversários.

Agora, atualizo a publicação da estatística. Terminei 2007 com 16 jogos: 10 vitórias, 3 empates e 3 derrotas; 31 gols do Grêmio e 15 dos adversários.

Já em 2008, estive 17 vezes no Olímpico. Foram 13 vitórias gremistas, 3 empates e apenas uma derrota. O Tricolor fez 35 gols e sofreu apenas 10 – “melhor defesa anual” que já assisti no estádio, média de 0,59 por partida.

Fui aos seguintes jogos no ano que se acaba:

  1. Grêmio 2 x 0 Novo Hamburgo (Gauchão, 9 de fevereiro);
  2. Grêmio 6 x 0 Jaciara (Copa do Brasil, 27 de fevereiro);
  3. Grêmio 4 x 0 Ulbra (Gauchão, 1º de março);
  4. Grêmio 2 x 3 Juventude (Gauchão, 6 de abril);
  5. Grêmio 3 x 0 Atlético-PR (Brasileirão, 22 de junho);
  6. Grêmio 1 x 1 Inter (Brasileirão, 29 de junho);
  7. Grêmio 2 x 1 Portuguesa (Brasileirão, 13 de julho);
  8. Grêmio 1 x 0 Cruzeiro (Brasileirão, 19 de julho);
  9. Grêmio 1 x 1 Palmeiras (Brasileirão, 27 de julho);
  10. Grêmio 2 x 0 Vitória (Brasileirão, 3 de agosto);
  11. Grêmio 1 x 0 São Paulo (Brasileirão, 17 de agosto);
  12. Grêmio 2 x 1 Vasco (Brasileirão, 31 de agosto);
  13. Grêmio 2 x 1 Botafogo (Brasileirão, 4 de outubro);
  14. Grêmio 1 x 0 Sport (Brasileirão, 23 de outubro);
  15. Grêmio 1 x 1 Figueirense (Brasileirão, 2 de novembro);
  16. Grêmio 2 x 1 Coritiba (Brasileirão, 16 de novembro);
  17. Grêmio 2 x 0 Atlético-MG (Brasileirão, 7 de dezembro).

Não fui aos dois primeiros jogos do ano no Olímpico (pelo Gauchão, dias 19 e 26 de janeiro contra 15 de Novembro e Santa Cruz, respectivamente) ora por ter compromisso, ora por não estar em Porto Alegre. Mas pelo Gauchão, confesso que não costumo ser muito assíduo, dada a qualidade dos jogos.

Após a eliminação do Gauchão passei dois meses sem ir ao estádio. Não foi por revolta contra o time. No dia 9 de abril (eliminação da Copa do Brasil contra o Atlético-GO), eu tinha aula. Em 18 de maio optei por ir à Redenção (e me arrependi profundamente disso, por motivos “extra-campo”) ao invés de ver o Grêmio empatar em 0 a 0 com o Flamengo, pelo Brasileirão. No sábado seguinte, 24 de maio, não assisti à vitória de 2 a 0 sobre o Náutico para ir a um aniversário. No dia 8 de junho (Grêmio 2 x 1 Fluminense) o tempo estava muito úmido (já chovera bastante pela manhã) e eu estava com um forte resfriado.

Dali em diante, faltei a poucos jogos. Em três deles (Grêmio 1 x 0 Ipatinga, dia 6 de agosto; o Gre-Nal da Sul-Americana que acabou empatado em 2 a 2 no dia 28 de agosto; e Grêmio 2 x 0 Santos, em 8 de outubro) eu tinha aula no mesmo horário. No dia 13 de setembro (única derrota do Grêmio em casa pelo Brasileirão, 2 a 1 para o Goiás), eu tinha um aniversário para ir.

No total, já fui 167 vezes ao Olímpico. Foram 98 vitórias do Grêmio, 40 empates e 29 derrotas. Foram marcados 458 gols: 304 do Tricolor e 154 dos adversários.

Um mês inexistente

No calendário, o tempo passou. Desde 9 de abril, já temos 26 dias. Que serão 31 no próximo sábado, dia 10 de maio, quando o Grêmio entrar em campo no Morumbi diante do atual bicampeão brasileiro, o São Paulo.

Mas, para o Grêmio, é como se não tivesse existido este período. Foi exatamente o que disse o Guga Türck: um mês jogado no lixo. Quando André Krieger assumiu o futebol tricolor, 10 em cada 10 gremistas esperavam mudanças, depois de duas eliminações seguidas dentro do Olímpico: no dia 6 de abril, derrota para a ex-filial* Juventude quando o empate servia para seguir adiante no Gauchão; e no dia 9, adeus à Copa do Brasil diante do Atlético-GO. Aquela semana foi tão terrível que me desanimou a ponto de passar mais de 20 dias sem sequer tocar no assunto “futebol” aqui no Cão.

Porém, para a incredulidade dos gremistas, optou-se pelo “mudar não mudando”, filosofia do nosso rival há 10 anos atrás – e que por isso esperou até 2006 para ganhar um título de verdade. Quando decidiu-se pela permanência de Celso Roth, na hora previ: ou a direção o manterá com convicção e defendendo-o da enxurrada de críticas em caso de mau começo no Campeonato Brasileiro, ou o demitirá caso o Grêmio comece mal, fazendo com que um mês de preparação para o Brasileirão não tenha servido para nada.

Pois se é para mandar embora Celso Roth, era melhor tê-lo feito logo após a eliminação da Copa do Brasil: o treinador que assumisse teria um mês para preparar o time. Quem quer que assuma agora – caso Roth seja realmente demitido – precisará fazer ajustes com o Brasileirão em andamento, o que nunca é simples. Porém, caso Roth fique, terá de lidar com uma alta rejeição da torcida, o que também não é fácil.

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* Perco qualquer coisa, menos a piada: precisando de dinheiro, o Grêmio vendeu sua filial ao Internacional. Prova disso é que em 2008 o Juventude detonou o Grêmio e na “hora H” abriu as pernas para o Inter.

Meteorologia erra feio!

Preveram chuva para o domingo. Mas tivemos muito sol. Céu azul-esverdeado…

É o que nos restou: secar e tocar flauta neles. Olha as escalações de Grêmio e Ivoti, que se enfrentaram sábado à tarde (fonte: página oficial do Grêmio):

GRÊMIO 3:
Victor (Marcelo Grohe); Léo (Rever), Jean e Thiego; Paulo Sérgio (Felipe), Willian Magrão (Adilson), Rafael Carioca, André (Soares) e Bruno Teles (Hélder); Jonas (Rodrigo Mendes) e Perea (Dos Santos).
Técnico: Celso Roth.

S.C. IVOTI 0:
Galas (Rodrigo Feijão); Maikel (Roxo), Eder e Brizola (Ademir); Eliézer (Pelezinho), Sandro (Tsuga), Pataço (Paulo), Murilo (Caco), Banana (Pipoca) e Gersinho (João Carlos); Fernandinho (Finzinho).
Técnico: Cabeça.

Imagina o anúncio do alto-falante: SUBSTITUIÇÃO NO TIME DO IVOTI! SAI BANANA, ENTRA PIPOCA!

É rir para não chorar. Ainda mais que a direção do Grêmio, mais do que incompetente, é burra mesmo

Touca

Se a “touca” do Inter é o Juventude, a do Grêmio é, definitivamente, o Estádio Serra Dourada em Goiânia. A última vitória gremista por lá foi em um amistoso contra o Vila Nova em 1997; em se tratando de jogos oficiais, a última vez que o Grêmio saiu vitorioso de lá foi em 5 de dezembro de 1996, quando derrotou o Goiás por 3 a 1, na primeira partida da semifinal do Campeonato Brasileiro que seria vencido pelo Tricolor. Desde então, no máximo o que o Grêmio conseguiu no Serra Dourada foram empates. E em quatro oportunidades, acabou goleado pelo Goiás.

Ontem o adversário era o Atlético-GO, atual campeão goiano. Em termos de qualidade, o time não é muito diferente do Grêmio. E, como jogava no Serra Dourada, venceu. O Tricolor começou o jogo melhor, mas quando o Atlético teve sua primeira chance de gol, em um contra-ataque, marcou. Dali em diante, o Grêmio passou a jogar mal, de uma forma até irritante.

O futebol ruim continuou no segundo tempo, quando o Atlético chegou ao 2 a 0. Algo que não dava para entender era o porquê das cobranças rasteiras de escanteios: o time insistia nisso, assim os zagueiros subiam para cabecear uma bola que nunca chegava e o adversário levava mais perigo nos contra-ataques, com a defesa gremista desarrumada. Menos mal que no final o Grêmio descontou com Roger, e assim basta uma vitória de 1 a 0 quarta que vem.

Mas isto comprova o que eu já tinha lido no Alma da Geral: não dá para usar o Gauchão como parâmetro para a qualidade do time. O estadual deste ano está muito ruim, o Grêmio sobrou na primeira fase por isso. E foi só pegar um time melhor do que o Jaciara e os adversários no Gauchão para o Tricolor patinar.

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E por falar em “maldição do Serra Dourada”, foi com Celso Roth, em 2000, que o Grêmio conseguiu a façanha de abrir 2 a 0 no Goiás, se retrancar todo e deixar o adversário empatar o jogo.

A culpa, pra variar, é da TV!

Fui ao jogo de hoje, Grêmio 2 x 0 Novo Hamburgo. Vitória tranqüila contra um dos piores times do Gauchão. Foi também a última vez em vários meses que o Estádio Olímpico Monumental contou com a presença de meu grande amigo Diego Rodrigues: na próxima semana ele embarca para Juiz de Fora, onde passará dois anos fazendo mestrado em Ciências Econômicas pela UFJF – mas prometeu estar aqui em Porto Alegre em setembro, para a disputa do Torneio Farroupilha.

Gostei da atuação do Grêmio no primeiro tempo, o Tricolor chegou aos 2 a 0 com facilidade. Na segunda etapa, limitou-se a segurar o resultado, e graças ao goleiro Victor o time segue sem sofrer gols no Olímpico em 2008. Roger fez sua estréia, não brilhou, mas foi bem, fez bons passes. Pode render mais, e espero que jogue bem contra os adversários mais difíceis – hoje nem precisava, o time do Novo Hamburgo é ruim demais!

Vamos esperar para ver se na próxima partida o Grêmio joga bem. Na saída do Olímpico, comentei com o Diego: “o Grêmio jogou horrivelmente mal quando os jogos passaram na televisão, tem que proibir o televisionamento dos jogos do Grêmio”.

E o Grêmio?

Os leitores assíduos deste blog já devem ter notado que ultimamente eu tenho falado muito pouco sobre futebol e o Grêmio. Até porque geralmente, quando escrevo sobre futebol, o post é também sobre o Imortal Tricolor. Para se ter uma idéia: este é o segundo texto sobre o Grêmio em 2008 – e hoje é dia 3 de fevereiro, o Tricolor já disputou quatro partidas oficiais no ano.

O problema é que até agora, o que vi não é animador. Confesso que só assisti aos jogos que passaram na televisão, pois no dia 19 de janeiro (3 a 0 sobre o 15 de Novembro) eu tinha compromisso e se fosse ao jogo ficaria muito complicado, e no dia 26 (1 a 0 contra o Santa Cruz) eu estava fora de Porto Alegre na hora da partida. Me restaram o bisonho empate em 1 a 1 contra o Sapucaiense e a entregada de ontem, 2 a 2 com o Caxias depois de estar vencendo por 2 a 0. Nestes dois jogos, vi um Grêmio ruim de doer.

Eu pretendia viajar no próximo fim-de-semana, mas a viagem ficará só para o dia 15 (ou depois). Assim, estarei no Olímpico dia 9, contra o Novo Hamburgo, mesmo que chovam canivetes. Bom, pelo menos o Grêmio já terá Perea e Roger. Espero que estes dois, se não forem a solução – Roger já disse que não é “salvador da pátria” – pelo menos sirvam para diminuir a ruindade do time.

Grêmio 2008

Tenho acompanhado em outros blogs (e principalmente no Alma da Geral) a preocupação da torcida gremista com o início de ano do clube. E não é para menos. Nos dois jogos-treinos realizados até agora em 2008, o desempenho é péssimo. 3 a 0 no amador Flamengo de São Valentim (que ano passado levou 9 a 0), e ontem, só 1 a 0 no também amador São Paulo de Bento Gonçalves, fizeram a torcida perder a paciência e vaiar o time.

Isso não é pouco, considerando que em 2007 aconteceu o mais perfeito casamento entre time e torcida que já vi, e olha que já fazem mais de 10 anos que freqüento o Olímpico. Era emocionante ver o time entrar em campo e ser recebido como era pela Geral. Na final da Libertadores, a torcida cumpriu o que era prometido num vídeo de arrepiar que eu postara uma semana antes, e deu o maior espetáculo que já vi em um estádio de futebol.

E olha que o Grêmio tinha uma tarefa gigantesca pela frente, de precisar fazer 4 gols de diferença no Boca: mesmo com a derrota de 2 a 0, o Olímpico aplaudiu o time, simbolizando que a união continuaria mesmo com a perda do título tão sonhado.

E realmente continuou, desta vez para levar o time à Libertadores de 2008, mas a vaga não veio, e o time vice-campeão sul-americano se desmanchou. Pior: perdeu jogadores que não precisava perder, como William, que desejava ficar no Grêmio mas foi mandado para o Corinthians como pagamento de uma dívida antiga. Teco se machucou, e agora a defesa gremista terá de contar com o fraquíssimo Pereira.

Quanto ao Diego Souza, seria bom se ele permanecesse, mas acabou tornando-se muito caro. E depois de uma longa novela, acabou indo para o Palmeiras.

Do jeito que andam as coisas, o time dependerá ainda mais da torcida em 2008 para manter a hegemonia estadual e almejar alguma coisa no Campeonato Brasileiro, ou para brigar pelos títulos da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana. O problema é que a pré-temporada não é nada empolgante. E para que a união entre time e torcida volte a acontecer, é preciso uma identificação maior entre jogadores e torcedores – e atletas que tinham essa identificação, como Saja, Gavilán (sacado do time graças à estúpida contratação de Hidalgo), William e Sandro Goiano, foram embora.

Vamos esperar para ver. Espero que eu morda minha língua e 2008 seja um grande ano para o Tricolor. Porque, por enquanto, acredito que o Brasileirão não se resumirá a briga para não cair porque o futebol brasileiro está nivelado por baixo, a maioria dos times são muito ruins.