Recordar é viver

Ontem, publiquei na íntegra o artigo do Cristóvão Feil no Diário Gauche, a respeito da “guerra civil esquecida” pela qual Porto Alegre passou de 1989 a 2004 – de acordo com Fogaça, que se diz “pacificador”.

O Feil desafiou os historiadores a buscarem registros da “guerra civil”. Aceitei o desafio e acabo de encontrar alguns. Com ajuda, é verdade: três posts no Dialógico nos mostram bem quem era “pacificador” em 2004. Leia aqui, aqui e aqui.

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Mudança de voto

Eu ia votar na Vera Guasso, a única candidata à prefeitura de Porto Alegre que não tem o “rabo preso” nessa eleição.

Mas diante do perigo de termos um segundo turno entre Fogaça e Britto Manuela (que tem Berfran Rosado como vice), vou, mais uma vez, digitar “13” na urna eletrônica. Entre Fogaça, Manuela e Rosário, a última é a menos pior das alternativas.

É isso, ou anular o voto no segundo turno… Pois o problema não é a Manuela, e sim, as péssimas companhias que ela escolheu. Se por acaso ela deixa a prefeitura, quem assume é o Berfran.

Não dá para se iludir: votar na Manuela, infelizmente, é igual a votar no Britto. E no Fogaça também: agora no PMDB, ele foi eleito em 2004 e ficou até o ano passado no mesmo PPS de Berfran, que hipocritamente fala em “mudança”.