E acabou-se o horário de verão

No período em que vigorou (18 de outubro até ontem), estima-se que houve uma redução de demanda de energia elétrica de 4,4% no Centro-Oeste e no Sudeste, e 4,5% no Sul (no Nordeste e no Norte não houve horário de verão). Parece pouco, mas dá para abastecer cidades de médio porte por um bom tempo com o que se economizou.

Apesar de detestar verão, gosto do horário de verão (alguma coisa boa tinha de ter, para compensar o calorão dos infernos). Não dá para negar: é ele que permite, por exemplo, ficar na Redenção até as 20h. Com o retorno do horário normal, terei de mudar meu horário de caminhada, pois 20h já será noite, e não é nada recomendável andar pelo parque depois que anoitece.

Mas, ao mesmo tempo, gosto de quando termina o horário de verão. Afinal, trata-se do primeiro sinal de que o outono está a caminho…

Anúncios

Importante em tempos de crise

Em janeiro, postei aqui o vídeo acima, indicado neste excelente artigo do Luiz Carlos Azenha a respeito do clima de alarmismo provocado pela mídia no início do ano devido a uma “epidemia de febre amarela” no Brasil. Que não aconteceu, é claro. Mas apavorou gente, a ponto de serem registradas mortes devido à doses excessivas da vacina contra a doença.

Por isso é importante ficar atento ao atual contexto de crise. Tem gente apavorada, e isso é perigoso. Pois o medo faz com que as pessoas aceitem qualquer medida, por mais autoritária que seja, que supostamente resolva o problema. Uma das conseqüências da crise de 1929, por exemplo, foi a eleição de Hitler na Alemanha.

A indigência no Brasil

O Diego escreveu um trabalho muito interessante na cadeira Métodos Quantitativos II de seu mestrado em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Ele estudou a indigência no Brasil de 1976 a 2005.

Segundo o IPEA, indigente é o indivíduo que se encontra abaixo da linha de extrema pobreza, ou seja, renda inferior à condição de satisfazer as mínimas necessidades nutricionais. Uma das constatações mais interessantes do trabalho dele é que o índice de indigência depende muito mais da distribuição de renda do que do crescimento econômico. O que corrobora a idéia de que a pobreza é relativa: no Brasil existem muitos pobres porque a riqueza é muito concentrada.

Clique aqui para ler mais.

Pensamentos do Mal e também Graduados

Hoje à noite, meu grande amigo Diego recebe seu diploma de bacharel em Ciências Econômicas pela UFRGS.

Ficam aqui registrados os parabéns do Cão Uivador aos Pensamentos do Mal! Estarei presente à celebração!