Promessa para o pós-faculdade

Na véspera do dia em que entreguei a “monstrografia”, senti dores no peito. Fracas, mas incomuns. Primeira coisa que pensei: coração. Mas, antes de começar a me preocupar mais, decidi pesquisar na internet as possíveis causas de dores torácicas e descobri que elas são sinais de muitas coisas, não só de problemas cardíacos. Azia, por exemplo. De fato, as dores se originavam mais perto do estômago do que do coração.

Em comum entre azia e infarto, uma de suas motivações: estresse. Aliás, coisa mais natural para quem está terminando o (até então) mais importante trabalho de sua vida. De qualquer forma, fui ao cardiologista, e fiz um eletrocardiograma que não acusou problemas – mesmo assim farei mais exames, como o do vilão colesterol.

Mas há uma coisa boa nisso tudo: me sinto na obrigação de dar adeus ao sedentarismo e de mudar alguns hábitos alimentares. Semana que vem, defendo o TCC para a banca, não terei mais desculpas.

Já tive o costume de caminhar na Redenção nos finais de tarde, mas geralmente só nas férias de verão. O fazia mesmo com o calor, porque aí chegava em casa e ia direto pro banho. É hora de pelo menos retomar tal hábito, e em definitivo.

Fica registrada a promessa para o pós-faculdade. Como essa “nova fase” da minha vida começa ainda em 2009, não trata-se de uma “resolução de ano novo”: logo, não há desculpa para ser descumprida.

Já a alimentação não precisa esperar a banca. Posso começar antes, até mesmo no próximo almoço.

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