Facebook: não saí e quase me arrependo

Semana retrasada, anunciei minha saída do Facebook. Escrevi meu último post lá, pedi para que me passassem números de telefones para mantermos contato via WhatsApp e Telegram… E no fim, acabei ficando.

E agora, estou um pouco arrependido. Pois embora permanecendo no Facebook eu tenha a impressão de que serei mais “ouvido” (risos), ao mesmo tempo não me sinto plenamente livre para dizer tudo o que quero lá.

Acreditem: aqui no blog, onde escrevo meus textos abertos a qualquer pessoa, sinto ter maior liberdade de expressão do que no Facebook. Simples: aqui tenho mais poder. Posso moderar os comentários, e assim me livrar de muita chateação.

Aqui não tem reaça enchendo o saco com suas reacices. Não tem “cagador de regra” se sentindo a vontade. Aqui quem dita as regras sou eu.

“E a democracia, cadê?”, alguém me perguntará. Respondo: está no direito de você escrever o que bem entender no seu espaço. Tanto faz se é no perfil do Facebook ou no blog.

Mas aqui é o meu espaço. Aqui vigora a rodrigocracia. Aliás, em tese vale o mesmo no meu perfil do Facebook, o problema é que se excluo ou bloqueio alguém de lá começa o “mimimi”. Pois o pessoal confunde amizade com “estar na lista de contatos do Facebook” – quando começo a pensar seriamente que em muitos casos a melhor maneira de preservar a amizade seja não adicionar certas pessoas na rede do Zuckerberg.

No fim, não saí do Facebook e acho que não sairei tão cedo. Mas deixo aqui registrado que quase me arrependo de ter ficado.

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