O que espera pelos turistas

Saio para a rua e deparo com um baita cocô no chão. De cachorro ou de gente, pouco importa: bosta é bosta. É uma merda.

E não pensem que isso é “coisa de periferia”: caminhando por bairros de classe média, é preciso cuidar bastante, por causa dos restos deixados por cachorros de madames.

Só imagino um turista passando pelos espigões de 72 metros da Azenha (afinal, juram que aquilo vai trazer muitos turistas para Porto Alegre). Se é altura que o atrai, obviamente ele vai caminhar olhando para cima, e por isso não perceberá o cocozão no chão…

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A justificativa deles

(do Blog do Kayser)

Juro que se ouvir alguém repetir aquela idiotice de que o Rio Grande do Sul “é o Estado mais politizado do Brasil”, terei de me segurar para não partir para a ignorância. E não é (só) pela reeleição de um prefeito que não fez nada de realmente importante pelo povo de Porto Alegre – tanto que NINGUÉM respondeu à pergunta que fiz há mais de duas semanas.

Apenas 82,22% dos eleitores porto-alegrenses compareceram às urnas neste domingo. Se o Rio Grande do Sul fosse tão politizado assim, sua capital não poderia ter 17,78% de abstenção.

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Aos que votaram em Fogaça: nem precisam mais responder minha pergunta. Já vi que vocês votam em qualquer um que “não seja do PT”.

Não esqueçam de reeleger a Yeda em 2010. Pois esta bosta de governo não é do PT, então para vocês, é ótimo.

Panfleto de extrema-direita e burro

Que a Veja é uma merda, qualquer um com um mínimo de pensamento crítico já sabe. Mas isto não se deve só ao pensamento retrógrado que ela expressa em suas páginas.

Não bastasse a “revista” escrever bosta (em “vejês”, bósta), ainda escreve mal. A palavra campus vem do latim, e seu plural é campi – aliás, em italiano o plural também é marcado pela letra “i” ao final, como em Stati Uniti (Estados Unidos).

Fonte da imagem: Diário Gauche