Dupla cagada do Grêmio

A primeira, foi ontem. Colocou time reserva e levou humilhantes 4 a 0 do Caxias – que está bem longe de ser um time como aquele de 2000, que foi campeão gaúcho. Aliás, acho que a lista do Impedimento poderia muito bem ser atualizada depois do que aconteceu ontem… A segunda, é colocar titulares no Gre-Nal de domingo. E não é por querer desvalorizar uma eventual (e mais provável, nesse momento) vitória colorada – e nem para dar um “presente” de centenário.

O Grêmio devia jogar com os reservas (ou nem entrar em campo devido à intransigência da FGF, que não aceita mudar a data do jogo por causa dos interesses da RBS) devido ao jogo mais importante, que é o de terça-feira contra o Aurora – e pouco me importa que o time boliviano seja fraquíssimo, o que poderia me fazer achar que “com os reservas o Grêmio ganha deles”. Pois provavelmente pensaram que os reservas seriam suficientes para o Caxias, e o que se viu foi aquele vexame.

E agora, um Gre-Nal: aí, ao invés de continuar focado na Libertadores, o Grêmio decide “valorizar” o Gauchão só por que o adversário é o Inter e “é preciso ganhar deles de qualquer jeito” (para os dirigentes, não para mim, já que me preocupo com coisas mais importantes), independentemente da real importância do jogo de domingo. É apenas quartas-de-final de um turno do campeonato estadual, e não uma partida válida por competição nacional ou continental.

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Péssimo resultado

O Grêmio poderia ter goleado o Universidad de Chile ontem, mas não passou de um 0 a 0. Do jeito que as coisas iam, poderia jogar até amanhecer, e o gol não sairia.

Agora, com o dever de casa não feito, tornou-se obrigação vencer pelo menos uma fora de casa, para não passar sufoco na busca pela classificação. Dois dos três jogos fora são nos Andes: o primeiro contra o Boyacá Chicó, em Tunja; o outro contra o Aurora, em Cochabamba.

Os adversários podem não ser os mais famosos, mas altitude sempre atrapalha. Prova disso é que um tal de “campeão de tudo” apanhou nos 705 metros acima do nível do mar de Veranópolis em 2007, e semana passada sofreu com os vertiginosos 227 metros de Rondonópolis.