Falando de “concessões”

A verdade é que o termo “concessão” é mais palatável que “privatização”, associado ao desmonte do Estado empreendido durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e, mais recentemente, à roubalheira denunciada no livro “A Privataria Tucana” de Amaury Ribeiro Jr. Justamente porque dá a entender que trata-se de patrimônio público cuja administração é cedida à iniciativa privada, e não de transferência de patrimônio do poder público para mãos privadas. Assim, o governo poderia retomá-lo em caso de irregularidades cometida por parte da concessionária. Porém, como bem sabemos, não é assim que funciona no Brasil. E a questão das concessões de rádio e televisão nos oferece um ótimo exemplo disso.

Para ler na íntegra, clique aqui e confira meu texto no Jornalismo B.

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Brasil, potência mundial

Semana passada, foi anunciado que o PIB do Brasil superou o do Reino Unido, e com isso nosso país se tornou a 6ª economia do mundo. E pelo visto caminhamos a passos largos para ocuparmos o lugar dos Estados Unidos: já exportamos lixo cultural

Há quem diga quem diga que isso é representativo da cultura brasileira. Se pensarmos em “cultura massificada”, leia-se “midiática”, até concordo (e em outros países nem é muito diferente). Mas a verdadeira cultura do Brasil é muito rica e diversificada, resumi-la a uma letra tosca como essa é uma estupidez sem tamanho.

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Não esqueci do outro assunto que a charge do Kayser fala, a matéria da Veja. Lembram de eu ter falado sobre não acreditar que o mundo acaba esse ano?

Já estou repensando isso… Pois me parece mais fácil o mundo acabar do que a velha mídia falar sobre o livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr.