A ciência nos salva

Demorou, mas temos uma vacina. Ou melhor, duas, pois além do Instituto Butantan ter pedido o registro da Coronavac para uso emergencial, a Fiocruz também solicitou o mesmo para a que ela produzirá em parceria com a AstraZeneca e a Universidade de Oxford.

Foi muito tempo com domínio absoluto de notícias ruins, tristes. E no mesmo 7 de janeiro em que o Butantan divulgou a eficácia da vacina que produzirá em parceria com a Sinovac, o Brasil atingiu a catastrófica marca de 200 mil mortos pela covid-19: é o mesmo número de presentes ao Maracanã na final da Copa de 1950 que, definitivamente, está bem longe de ser a maior tragédia da história brasileira.

Mas, por outro lado, finalmente vemos uma luz no fim do túnel. Ainda vai demorar para todo mundo ser vacinado, mas começando pelos grupos de risco, com o passar do tempo veremos a redução da lotação nas UTIs, profissionais de saúde estarão imunizados e, principalmente, terão um alívio depois de um ano de trabalho incessante e mesmo massacrante. E o melhor de tudo, é que ainda em 2021 vamos parar de ver tantas notícias falando em muitas centenas de mortes diárias por essa doença maldita que já enlutou milhares de famílias.

Viva a ciência! É ela, e não o charlatanismo, que vai nos livrar dessa desgraça.

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