Facebook, ou “problematizódromo”

Sábado, enfim, saiu um texto meu no Medium. Foi publicado na TRENDR, onde sou colaborador eventual (uma média de dois textos por mês). Falei sobre o Super Bowl – obviamente não sobre o jogo em si, que sequer assisti, mas sim sobre as “problematizações” que rolaram no Facebook.

Não sou contra “problematizações”, e dentre os assuntos que podem ser problematizados encontra-se, inclusive, o Super Bowl. O problema é a maneira como elas costumam ser feitas no Facebook: bastante “capengas”, com análises simplórias e uso de muitos chavões – coisas típicas de quem não sabe lá muito sobre o assunto mas que se sente na obrigação de ter opinião. O que poderia (ou melhor, deveria) ser assunto sério fica parecendo discurso de chapa que concorre ao DCE.

São coisas assim que irritam demais no Facebook. E pensar que foi graças a ele que a “blogosfera” (tão importante em episódios como a eleição de 2010, por exemplo) acabou minguando…

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