Algo em comum com Mario Quintana

Não recordo com exatidão o dia em que fui pela primeira vez ao Salão Gomes, na Rua Barros Cassal. Sei que meu pai já cortava o cabelo ali havia muito tempo, e então ele indicou onde eu devia ir para dar um jeito no meu.

Vários anos se passaram, e por um bom tempo não fui cortar meu cabelo lá. É que já faz quase 10 anos que tenho o hábito de simplesmente “passar a máquina”, de modo a disfarçar a calvície. Então, meu irmão cortava meu cabelo e eu “rapava” o dele. Porém, o tempo (tanto dele quanto meu) começou a ficar escasso e então foi natural voltar ao barbeiro.

Já tinha lido matérias de jornal sobre o salão, no qual Alcino Gomes começou a trabalhar em 1963 e que depois acabou adquirindo seu próprio nome. Eis que então cheguei lá no último sábado e vi o jornal abaixo, emoldurado:

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Resumindo, descobri que tenho algo em comum com Mario Quintana, nascido há exatos 107 anos. Não é a poesia, pois para isso ainda terei de comer muito feijão. Mas ao menos temos o mesmo barbeiro.

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Um comentário sobre “Algo em comum com Mario Quintana

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