Mais Cão, menos Facebook: agora vai?

Não ando fazendo exatamente o que “prometi” lá em dezembro. Tinha dito que procuraria passar mais tempo escrevendo no Cão do que no Facebook (e inclusive também pretendia usar mais o Twitter, que andava “abandonado”).

Pois bem: ontem, cá estava me queixando da “falta de tempo” para atualizar o Cão. De fato, gostaria de poder escrever e postar aqui na hora que bem entendesse, mas as coisas não são assim para ninguém.

E ao mesmo tempo, será que essa “falta de tempo” também não se deve ao uso excessivo do Facebook? Penso que sim.

Como já disse aquela vez, o Facebook, da mesma forma que o Twitter e o Orkut (vale lembrar que ele ainda existe, embora tenha encerrado minha conta lá), é uma baita ferramenta de divulgação – tanto que é muito grande a possibilidade que estejas lendo isso aqui graças a um link no Facebook. Minhas contas em tais redes, inclusive, se devem à decisão de divulgar mais o blog: no início de 2009 retornei ao Orkut após três anos de ausência (estivera lá de 2004 a 2006) e ao mesmo tempo criei meus perfis no Twitter e no Facebook.

Porém, eles não podem ser mais do que isso: ferramentas, que servem tanto para divulgação como também para que conheçamos mais pessoas. O problema é o “vício”, a “necessidade” de sempre “estar por dentro” (aí lembro que passei cinco dias em Rio Grande na semana retrasada, ficando “desconectado” a maior parte do tempo, e não achei nada ruim).

Assim, vou “prometer” de novo, para ver se agora cumpro: ficar menos tempo no Facebook e mais escrevendo no Cão ou lendo. O que não obviamente não quer dizer que vá abrir mão de entrar no Facebook para manter contato com as pessoas, e mesmo de também usar outras redes sociais como o Twitter e o Google+ (na última, estou recém começando a me aventurar).

Aliás, importante registrar que uma coisa me agradou muito no Google+ em comparação com o Facebook: a ausência, pelo menos na minha rede de contatos, das piadas sobre tomate. (Sim, pessoal, isso já encheu o saco.)

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