Filme para o feriado

Acho uma grande bobagem todos os feriados religiosos. Mas, como não temos escolha (afinal, não vivemos em um Estado realmente laico), só nos restou descansar forçadamente nesta sexta-feira.

Bom, se o leitor é que nem eu e não curte congestionamento, ficou em Porto Alegre ao invés de ir para a praia. O que não é nada ruim: o calorão deu uma trégua, tem Feira do Livro, jogo do Grêmio… E ainda por cima a tranqueira foi para o litoral e assim a cidade deu uma esvaziada: ela fica bem melhor assim (pena que segunda-feira volta tudo ao normal).

E se vai ficar em casa, nada melhor do que ver um filme. E nada dessa história de “a dois”: este que indico, adequado à data, é legal de ser visto sozinho. Tarde da noite. E com todas as luzes apagadas…

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Em tempo: feriadão é bom, mas gosto mesmo é de feriado que cai na quarta. Afinal, ele “quebra” a semana em duas partes, fazendo com que ela seja menos cansativa.

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7 comentários sobre “Filme para o feriado

  1. Gostei da indicação do filme, só achei lamentável o comentário sobre o feriado religioso, não que eu seja religioso, a questão é que sempre devemos saudar qualquer tipo de feriado, seja lá pelo motivo que for, ou o amigo prefere ficar trancafiado em uma fábrica ou escritório o dia inteiro sendo explorado mas comemorando “ah pelo menos agora não existe feriado religioso!” não dá né.

  2. “Mas, como não temos escolha…” Temos escolha sim, muitos trabalharam neste e noutros feriados, e em sábados e domingos (o Dia do Senhor) também. Penso que, por uma questão de coerência, ateístas, antiteístas e agnósticos deveriam trabalhar nestes dias… se a empresa está fechada, trabalho voluntário!

  3. Realmente, um horror ganhar um dia de folga por causa de uma data religiosa (um agnóstico sendo sarcástico).

  4. Também achei lamentável o comentário sobre o feriado religioso, e concordo com os comentários do Marcos e do Pedro Carraro. Se vivemos numa sociedade plural, devemos ser mais tolerantes, seja com quem tem algum tipo de fé, seja com quem não professa nenhuma delas. E do ponto de vista de feriados, acho que o Marcos acertou na mosca. Também já “comprei” essa fala de excesso de feriados. Hoje, pelo contrário, estou convencido de que feriados – sejam de que ordem forem, religiosos, civis, históricos, enfim – são sempre bem-vindos, afinal, não somos máquinas para viver trabalhando. E o Pedro Carraro foi feliz ao lembrar que para um contingente significativo de trabalhadores não existem nem feriados e nem fins de semana.

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