Para onde foi toda esta papelada?

Fui votar por volta do meio-dia, por acreditar que teria menos gente em horário de almoço. Mero engano… Minha seção tinha uma fila que lembrava muito o trânsito de Porto Alegre: não andava. E assim, além de esperar muito, também passei bastante calor, pois não corria sequer um ventinho.

Quando me dirigia à seção eleitoral, reparei na grande quantidade de santinhos atirados na rua. E assim como fiz em 2010, decidi fotografar.

O calorão que fazia na hora que fui votar só podia indicar uma coisa: chuva. Pois bem: já choveu à tarde em Porto Alegre, e ainda deve vir mais água. E essa papelada toda, que poderia muito bem ser reciclada, já está na rede de esgoto pluvial ou entupindo bueiros (leia-se “contribuindo para alagar a cidade”).

Mas também é bom não esquecer de uma coisa: cuidado para não culpar só os candidatos. De nada adianta o eleitor pegar um santinho e jogar no chão, contribuindo com a sujeirada (sim, isso acontece muito).

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2 comentários sobre “Para onde foi toda esta papelada?

  1. E a poluição dos carros, fizeram barulho e sujaram o ar queimando dinheiro em combustível dias e dias. A sujeira do ar não entope vala como o papel, intoxica vidas, sobremaneira de seres humanos. Estes desrespeitos devem ser visto como crime. Desperdício de riqueza diante de tantas dores sociais, agredindo as pessoas, o meio ambiente, numa disputa pela escolha, onde o argumento é um plano do candidato, a ser trocado pela direito de representar. É imperativo para a representação democrática, que seja ela participativa. Assim nenhum plano apresentado tem legitimidade democrática, pela degradação ambiental produzida, pelo passivo social e pela ironia dele ser nada mais do que uma aspiração individual.

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