“Eu não sei que sentimento não tive no Olímpico”

A frase acima é da crônica de Rômulo Arbo, publicada no Impedimento. Mais uma lembrança do cada vez mais próximo último jogo do Grêmio no Estádio Olímpico Monumental.

É impressionante: toda vez que tenho contato com algum material sobre o estádio e, principalmente, sua história, me dá aquele aperto no peito. Como o texto já citado, e o documentário abaixo, “Uma Era Monumental: a história do Estádio Olímpico”.

Alguém deve estar perguntando quando começarei a postar as minhas memórias do Olímpico. Respondo: pretendo iniciar o mais breve possível. Poderia citar “falta de tempo” como desculpa para a demora – mas aí ela deveria me impedir de escrever sobre qualquer outra coisa.

Então percebo a verdade: no momento em que começar, estarei falando do Monumental apenas no passado… Como se ele não existisse mais. E assim, escrever as memórias será um sofrimento antecipado. Ou melhor: me fará sofrer mais por antecipação, pois pensar que só faltam três meses para o fim já é doloroso. Assim, a “enrolação” nada mais é do que uma espécie de “escapismo”, por mais inútil que ele seja.

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