Trollado pelo colírio

Sentindo um incômodo nos olhos nos últimos dias, ontem fui ao oftalmologista já pensando em uma provável conjuntivite (só restaria saber de qual tipo). A probabilidade tornou-se uma certeza quando o médico deu o diagnóstico – com a informação de que era bacteriana. Assim, me receitou um colírio antibiótico.

Em 30 anos de vida, nunca precisara usar colírio. Ainda assim, achei que não teria maiores dificuldades. Só achei: já devo ter desperdiçado uma quantidade considerável do líquido, dado o tamanhinho do frasco. Só depois decidi fazer o que já tinha de ter feito: consultar o Google (quem nunca precisou de colírio e está rindo ao imaginar minha busca por “como usar colírio”, espere até precisar usá-lo pela primeira vez…).

Dentre as dicas, uma delas era a de deitar para pingar o colírio nos olhos. Porém, não achei uma outra que seria valiosíssima: como deitar estando no trabalho.

Pois bem: mesmo com as dicas (exceto a de deitar, pelo menos durante o dia), continuei a me atrapalhar com o colírio. Sei que ele está fazendo efeito pois após pingá-lo sinto a ardência nos olhos, típica de quando há a invasão de um líquido estranho àquele ambiente.

Foi então reparei no nome do colírio. Termina com TROL. Definitivamente, falta um “L” ali…

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