As vergonhosas calçadas de Porto Alegre

Mês passado, falei aqui sobre mais uma queda sofrida pela minha avó, então com 88 anos de idade (completou 89 no último dia 5), em decorrência de uma calçada em péssimo estado de conservação, cheia de calombos e buracos. Foi praticamente no mesmo local em que ela caiu em fevereiro do ano passado.

Hoje pela manhã, ela ia ao supermercado, tropeçou em um buraco e por pouco não sofreu nova queda. Aliás, só não caiu pois ia de braço dado comigo (depois do último tombo, praticamente obrigo ela a enganchar o braço dela no meu toda vez que sai comigo).

Eu havia comentado, naquele texto de 7 de fevereiro, que Porto Alegre “não é recomendável para idosos”. Preciso retificar minha afirmação: a capital gaúcha é um desafio a qualquer pessoa. Desde um idoso (que corre maior risco devido à idade, que dificulta a recuperação de uma fratura), até mesmo a alguém mais jovem, principalmente se tiver qualquer dificuldade para caminhar.

Como foi meu caso nesta semana, já que torci o pé direito sábado passado (mas aí é preciso lembrar que não foi culpa de nenhuma calçada, e sim de minha distração ao entrar no Estádio Olímpico Monumental para assistir ao Gre-Cruz). Percebi que, logo após se sofrer uma entorse, as calçadas de Porto Alegre representam considerável risco de nova lesão. Tanto que, duas vezes, quase torci novamente o pé.

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2 comentários sobre “As vergonhosas calçadas de Porto Alegre

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