26 anos do PRIMEIRO TÍTULO MUNDIAL do Rio Grande do Sul

O primeiro homem a pisar na Lua foi Neil Armstrong. O segundo, ninguém lembra…

A primeira ovelha clonada foi Dolly. A segunda, ninguém lembra…

O primeiro avião construído foi o 14-bis. O segundo, ninguém lembra…

O primeiro gol da história do Campeonato Brasileiro foi marcado pelo atacante argentino Nestor Scotta, do Grêmio, contra o São Paulo, em partida vencida por 3 a 0 pelo Tricolor dos Pampas (em pleno Morumbi). O segundo, ninguém lembra…

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No dia 11 de dezembro de 1983, pela primeira vez um clube do Rio Grande do Sul sagrou-se CAMPEÃO DO MUNDO. No Estádio Nacional de Tóquio, numa tarde fria e nublada, o Grêmio bateu o Hamburgo por 2 a 1, dois golaços do grande Renato Portaluppi, obtendo a marca histórica.

Os primeiros são os que todos lembram, e os que alguns, magoados por não terem sido eles os pioneiros, tentam de todas as formas desmerecer. Pelo visto dor de cotovelo pode ser, sim, insuportável…

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9 respostas em “26 anos do PRIMEIRO TÍTULO MUNDIAL do Rio Grande do Sul

  1. – O primeiro computador ocupava uma sala inteira, hoje cabe na palma da mão;
    – O primeiro celular era tão pesado quanto um tijolo, hoje é uma pena;
    – A primeira televisão era uma caixa horrorosa, pesada e “bunduda”, hoje são fininhas;

    As coisas evoluem e o que fica para trás ninguém lembra, ninguém quer saber e as novas gerações sequer conhecem.

    Houve um tempo em que tinha gente que acreditava que o Toyotão, amistoso de luxo promovido por uma montadora de carros para divertir japonês em final de ano, que reunia clubes de apenas dois continentes era um “mundial” de clubes.
    Atropelados pela evolução histórica não se conformam com a justa substituição do amistoso de luxo de final de ano por um campeonato organizado pela entidade máxima especializada em futebol (e não em carros) que reúne os clubes de TODOS os continentes e por isso é justamente chamado de “Copa do Mundo de Clubes”.

    Inconformados com a realidade afirmam que os que a enxergam sentem dores de cotovelo. Vai ver o suiço Joseph Blatter tem dor de cotovelo… KKK

    Passados 26 anos do conto do Toyotão, os sites oficias não deixam mentir quem é o único do RS não apenas Campeão do MUNDO, mas ÚNICO clube de todas as três Américas a exibir na sua sala de troféus TODOS os títulos que um clube pode conquistar!
    Para o desespero dos que seguem agarrados à um passado que não retornará… KKK

    • Se tu lembras que o 1º computador ocupava uma sala inteira, o 1º celular era pesado como um tijolo e a 1ª TV era uma caixa horrorosa, é sinal de que elas são importantes, são lembradas como as primeiras…

      É dor de cotovelo do Blatter sim, por ele e sua entidade não terem se tocado antes do filão de ouro que é o Mundial. Fizeram aquele torneio de verão em 2000, e só conseguiram consolidar o “seu” mundial quando aceitaram o que já era disputado no Japão, dando-lhe continuidade, com o patrocínio da Toyota (como acontece com muitos campeonatos, o tal de “naming rights”) e agora o realizando em outros países (ideia com a qual concordo totalmente).

      E é dor de cotovelo dos chorolados sim, pois não tiveram COMPETÊNCIA de disputar o que arrogantemente chamam de “Toyotão”. Eu DUVIDO que haveria toda essa babaquice de desconsiderar os campeões de 1960 até 2004 se o Inter tivesse vencido o Mundial em 1980 (quando quase foi a Tóquio, perdeu a Libertadores pro Nacional).

  2. O processo de desenvolvimento do conhecimento humano exige um ponta pé inicial, porém, não desejamos voltar para o ponto de partida. Ou o camarada quer de volta um “tijolão”, uma caixa bunduda ou um computador que não caberá na sala de casa? KKK
    Nesse sentido o Toyotão, ou a Copa INTERCONTINENTAL Toyota já cumpriu o seu papel histórico e serviu de embrião à atual Copa do Mundo de Clubes, assim como outros campeonatos serviram de embrião à outros (Taça Brasil, Robertão, etc).

    Mas note o camarada que o Toyotão sequer se intitulava Mundial, ele próprio se denominava Intercontinental. Daí alguns, estes sim arrogantemente, se intitulavam algo que nem o citado torneio os qualificava: “campeão do mundo” (tsc!).
    E veja o camarada que no parágrafo anterior eu reconheci a importância histórica do Intercontinental (“os campeões de 1960 até 2004”), porém, é evidente diante dos fatos que seus vencedores não podem ser considerados “campeões do mundo”. São campeões intercontinentais, com méritos, mas não podem se intitular o que nem o torneio em si os qualificava. Senão teríamos que considerar Campeões Brasileiros os clubes que venceram, com méritos, a Taça Brasil, que era o torneio nacional mais importante do país na época pois era daí que saia o representante para a Libertadores.

    Portanto não há motivos para que tenhámos “dor de cotovelo” do Intercontinental de vocês já que somos campeões da Copa do Mundo de Clubes, esta sim que dá o status, de fato e de direito, de CAMPEÃO DO MUNDO! Valeu a pena esperar 23 anos! KKK

    Para encerrar é preciso que se diga que hoje a Toyota PATROCINA o Mundial organizado pela FIFA assim como outras empresas patrocinam outros campeonatos. O que é diferente de 26 anos atrás onde a Toyota ORGANIZAVA o torneio Intercontinental. Ou não foi um representante da Toyota que entregou a taça pra no século passado? KKK

    • Claro que ninguém deseja voltar ao ponto de partida. Eu não quero voltar a 1983 para ver o Grêmio campeão mundial, quero que isso aconteça novamente, em 2011!

      Vocês têm dor de cotovelo sim. Não fosse isso, não viriam com essa bobagem de “Toyotão” e “PIFA”, se considerariam simplesmente campeões mundiais de 2006.

      E se é só porque a PIFA não organizava que os campeões de 1960 a 2004 não são mundiais, então o Vasco não é campeão brasileiro de 2000: afinal, aquele campeonato foi organizado pelo Clube dos 13, e não pela CBF! E não existem mais campeões ingleses, a Football Association não manda na liga inglesa!

      Porém, eu prefiro considerar o Vasco como campeão brasileiro de 2000, e todos os times campeões do mundo de 1960 a 2004 pelo que de fato são. Ora… O Estudiantes, que o camarada tanto celebrou ter conquistado a Libertadores (“pra valorizar a Sula do Inter” – pensei que ela por si só já valesse tanto para os chorolados, já que falaram tanto dela), tem em sua camisa a inscrição “Campeón del Mundo”; o Milan se considera quatro vezes campeão mundial; e o BARCELONA, ao perder para vocês em 2006, lamentou muito ter perdido pela segunda vez a chance de ser campeão mundial!

      ————

      Quanto à Taça Brasil, seu vencedor era considerado à época, CAMPEÃO DO BRASIL. Seu formato pode até ser diferente do atual Campeonato Brasileiro (que levou mais de 30 anos para repetir a fórmula de disputa em pelo menos duas edições seguidas – desde 2006 é exatamente igual), mais semelhante à Copa do Brasil. Mas não podemos ser ANACRÔNICOS.

      E o Robertão também era muito valorizado, a ponto dele se tornar o campeonato que indicava o representante do Brasil na Libertadores a partir de 1968 (Santos e Inter teriam o direito, mas não foram porque a CBD decidiu boicotar a Libertadores de 1969). A diferença é que o campeonato a partir de 1971 incluiu clubes de muito mais Estados por conta de interesses políticos da ditadura. Caso contrário certamente se seguiria com a fórmula do Robertão, talvez se criassem divisões de acesso, e o campeonato não chegaria ao absurdo de ter 94 clubes em uma edição, como aconteceu em 1979.

  3. Camarada note que eu havia reconhecido, na intervenção anterior, a importância histórica da Taça Brasil e do Robertão, assim como também reconheci a importância histórica da extinta Copa Intercontinental. Agora note o próprio camarada que os títulos obtidos nessas importantes competições não se tornaram cumulativos para o atual Brasileirão, assim como os da Copa Intercontinental não se tornaram cumulativos para a Copa do Mundo de Clubes.

    Não é apenas uma questão de quem organiza pois a CBF reconhece o título do Vasco de 2000. E veja que mesmo não tendo organizado, a Fifa reconhece os campeões de 1960-2004, mas pelo o que a própria competição os habilitava: INTERCONTINENTAL!

    Além de o próprio torneio qualificar o ganhador como “campeão intercontinental” há ainda outro problema em chamar de “campeões do mundo” os vencedores do Intercontinental: a representatividade!
    Havia apenas dois continentes representados, sendo que há jogadores dos outros continentes jogando em clubes da Europa. Assim considerar os campeões anteriores “campeões do mundo” é um desrespeito com africanos, mexicanos, asiáticos, etc; excluídos de uma competição mundial de clubes por todo esse tempo, mas que ao mesmo tempo serviam para fornecer “mão-de-obra” para os europeus. É um discurso arrogante, preconceituoso e elitista que não fica bem para quem tem uma posição política progressista! KKK

    Sobre alguns se considerarem “campeones del mundo”, cabe o que foi colocado anteriormente! Mas faço a ressalva no caso do Milan, que separa o Intercontinental do Mundial, tanto que dessa forma corneteram a Inter de Milão por só ter o Intercontinental. O que o time italiano destaca é que ao vencer o Mundial de 2007 se tornou o clube com mais títulos internacionais do mundo!
    Lembro ainda o próprio Boca Juniors que escreveu em seu site, em 2007, que era o primeiro clube argentino a disputar o mundial de clubes. Estaria o Boca com “dor de cotovelo” de si mesmo? KKK

    • Desta forma, é “desrespeito” com os outros continentes considerar a primeira Copa do Mundo como… Copa do Mundo! Afinal, só tinha seleção da Europa e da América. Em 1950, idem.

      E o Milan não faz distinção não, basta ver o que postei aqui em 16/12/2007. Olha só a imagem

      O Grêmio é campeão mundial de 1983, e PONTO FINAL. Discordar disso, é chororô e dor de cotovelo!

  4. Há várias diferenças entre a Copa do Mundo de seleções e o Intercontinental: começa pelo nome e termina na representatividade!
    Sabe como ocorreu a “escolha” dos participantes para a Copa de 1930? Não houve eliminatórias, as seleções interessadas simplesmente se inscreviam. Porém alegando problemas financeiros mtas seleções ñ quiseram se inscrever! Mesmo assim é preciso que se diga que a Copa do Mundo de 1930 não se restringiu à América do Sul e a Europa!
    Já em 1934 teve representante da África: o Egito! E em 1950 a Índia, que é da Ásia, disputaria a Copa do Mundo mas desistiu!
    Beeeeeeeeeemmmm diferente de um certo “mundial”, que por 40 anos excluiu países que já disputavam até Copa do Mundo de seleções, e que dependendo da vontade de alguns seguiria excluindo até hoje! Mas daí percebemos que a falha maior não é dos organizadores, pois estes definiam seu torneio apenas como “Intercontinental”, mas de alguns aí que deram status inverídico, de fato e de direito, a sua conquista! KKK

    Se discordar que o Toyotão é mundial é “chororô e dor de cotovelo” então o Boca está “chorororando” e “com dor de cotovelo” de si mesmo? KKK

    “¿Qué es y cómo se juega?
    El Mundial de Clubes de la FIFA es el torneo que reemplaza desde 2005 a la Copa Intercontinental. Esta será la cuarta edición y la primera con un equipo argentino entre los competidores.

    A diferencia de la Intercontinental, que se jugaba a partido único entre el campeón de América y el de Europa, en este Mundial, clasifican los equipos campeones de las seis competencias continentales de clubes más importantes del mundo”
    http://www.bocajuniors.com.ar/2007/12/06/1259.php

  5. Não importa se o Grêmio Ganhou primeiro do que o Inter, o que importa é que o Inter perde tempo inventando bobagens para desmerecer o que o Grêmio já ganhou, e se acha campeão de TUDO, isso é ridículo!!!!!De tudo o que?

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