Citadino 2009 em Rio Grande

Já faz alguns dias que o Kayser postou em seu blog sobre o Campeonato Citadino de Rio Grande, que voltou a acontecer neste ano a partir de sugestão em uma comunidade do Orkut – assunto sobre o qual o Hélio Paz comentou no seu blog. Participam os três principais clubes da cidade: o glorioso Sport Club Rio Grande (meu segundo time, foi o “Vovô” que deu impulso para a fundação do meu Grêmio ao fazer jogos-exibição em Porto Alegre, em setembro de 1903), o Foot-Ball Club Rio-Grandense (no ano de seu centenário, o “Guri Teimoso” voltou ao futebol profissional, e tomara que seja para ficar) e o Sport Club São Paulo (“Leão” ou “Caturrita”).

Os três times se enfrentaram em um triangular na primeira fase. O São Paulo venceu o Rio Grande e o Rio-Grandense, ambos por 1 a 0, e assegurou uma das vagas na final. A outra vaga ficou com o Vovô, que empatou com o Guri em 3 a 3 (depois de estar vencendo por 3 a 0) e se classificou nos pênaltis.

Vale destacar o que o Kayser falou a respeito dos jogos: ambiente tranqüilo e ingresso a um valor acessível, 5 reais. Para efeito de comparação, no Olímpico se cobra 30 reais pelo ingresso de arquibancada para jogos do Gauchão (só quero ver quais serão os preços na Libertadores).

A primeira partida da decisão do Citadino estava marcada para ontem à noite, mas ainda não consegui descobrir o resultado – o que é uma pena, pois já é difícil aqui em Porto Alegre saber de resultados dos clubes de Rio Grande, e tal dificuldade aumenta sendo um campeonato apenas de clubes da cidade (embora de tradição), sem repercussão estadual. Bem que as páginas do Rio Grande e do São Paulo podiam ser mais atualizadas, né? Pois, no que depender da “grande mídia”, o Rio Grande do Sul se resumirá apenas a Grêmio e Inter.

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Uma resposta em “Citadino 2009 em Rio Grande

  1. Tudo igual na primeira final do Citadino

    Rio Grande e São Paulo iniciaram no último sábado, 14, a decisão do Citadino 2009, com o clássico Rio-Rita 237. A partida, que teve um primeiro tempo movimentado e uma segunda etapa de baixa qualidade, terminou empatada em 1 a 1. Agora o título será decidido na quarta-feira, 18.

    O jogo
    A partida começou com a equipe do Rio Grande atacando. Junior Xavier de bicicleta ganhou escanteio e na cobrança o próprio Junior de cabeça abriu o marcador, aos 2 minutos. O gol abalou o São Paulo e deu ainda mais moral para o Tricolor. Em seguida, Sandro salvou em cruzamento rasteiro que encontraria Pablo. A blitz seguiu com grande jogada de Edison após falha do nigeriano Nonzo e chute tirando tinta da trave. E teve até o cabeceio de Luis Paulo no travessão de Sandro.
    Por ironia do destino o São Paulo respirou quando marcou seu gol, aos 14 minutos. Testa cruzou o uruguaio Castillo aproveitou-se da indecisão de Patrick e de cabeça serviu Henri que completou para as redes. O gol deu ânimo para o Sampa que quase marcou com Clebinho em lance confuso dentro da área, quando o meia desperdiçou. Aos 44 minutos, Castillo – de boa atuação – driblou Fogolari e bateu ao lado. O Rio Grande explorou a desatenção da defesa do São Paulo e Pablo por pouco não marcou o segundo.
    Na segunda etapa, o futebol ficou em segundo plano e as chances de gol foram escassas até a anulação de um gol foi polêmica. Castillo recebeu belo passe de Tainã na cara do gol e perdeu tempo na hora de bater, facilitando o corte de Junior Xavier. Aos 35 minutos, Junior marcou o segundo de cabeça, mas o auxiliar Tiago Clasen apontou impedimento na jogada e gerando protestos Tricolores. No último minuto, o meia Edison recebeu a bola no meio-campo avançou e quase marcou o segundo do Rio Grande.
    O empate deixou a decisão para a quarta-feira, 18, às 20h, no Aldo Dapuzzo. Em caso de novo empate, a decisão irá para os pênaltis.

    José Finkler

    Ficha técnica

    São Paulo (1) – Sandro; Testa, Nonzo (Fábio Recife), Schumacher e Souza; Geraldo, Bacelar (Sanclear), Kassio e Clebinho (Tainã); Castillo (Kesler) e Henri (Gilmar). Técnico: Paulo Cunha.

    Rio Grande (1) – Patrick; Leo, Junior Xavier, Fogolari e Carlinhos; Emerson, Léo Batista, Boka (Viaroni) e Edison Duarte; Luis Paulo e Pablo (Felipe). Técnico: Gabriel Bussinger.

    Arbitragem de Eduardo Maia, auxiliado por Tiago Clasen e Doglas Paes.

    Do jornal AGORA:
    http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=22&noticia=62253

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